quarta-feira, 21 de abril de 2010

Não se engane,

Drogas não escolhem cor, crença ou classe social.
Todos nós podemos nos viciar em Drogas, depende da consciencia de cada pessoa.
Mas o que a Maioria das pessoas erram quando o assunto é drogas,é no preconceito de que toda a origem dele , e aonde é mais utilizada sao nas periferias em familias de classe social baixa.
O vicio não escolhe classe social: Há drogados nas famílias de classe alta, média e baixa. A maioria dos viciados vem de famílias cujos pais não usam – nem usaram –drogas.

Alguns exemplos mostraram casos de filhos dependentes em classes diferentes:

O jovem teve que cancelar a matrícula numa universidade particular onde cursava Direito para se tratar. Até então, no entanto, o pai, um empresário rico não havia percebido que o filho estava se afundando na droga. Foi preciso o rapaz se envolver em uma tentativa de homicídio para que o pai acordasse.



Um jornalista de Cuiabá, filho de família classe média alta, usa droga há mais de dez anos. Nunca aceitou conselhos e ainda debochava quando alguém tentava, sequer insinuar que ele era viciado. “Uso droga, mas não sou viciado”.

O tempo passou e ele começou a se afundar cada vez mais. Magro, com os dentes se estragando, envolvido na droga e no álcool, o jornalista ainda tentou resistir, mas um dia ele resolveu abrir o jogo e desabafou quase chorando, deixando no ar uma emoção indescritível.

“Amigo, me ajuda. Eu estou morrendo aos poucos. A droga está me matando. Tentei ser durão, mas agora eu preciso de ajuda. Já tentei muitas vezes sair da droga, mas não consigo. Vou e volto cada vez mais rápido. Não tenho mais fome e sinto que estou ficando cada vez mais fraco”, desabafou o jornalista que pediu para não ser identificado nem pelas letras do nome.

A jovem de 19 anos, moradora de um bairro nobre de Cuiabá conseguiu se manter distante da mãe por mais de quatro anos sem que ela soubesse que a filha era usuária de drogas e andava em más companhias. L.S., é filha de uma jovem psicólogo de 42 anos, que agora só pedem para não serem identificadas.


“Já fui preso, pelo menos que eu me lembre uma dez vezes. Comecei a usar droga aos 11 anos com amiguinhos no Morro da Luz e não parei até hoje. Já completei 21 anos, só que eu não vendo droga, só uso. Por isso eu entro e saiu dos plantões da Polícia Civil”, conta o ex-menor carente.

O jovem negro que mora periferia não é diferente do branco morador dos bairros nobres. Todos estão expostos ao perigo de entrar para o mundo dos usuários de drogas.Então, tenha mais consciencia de suas escolhas e não se engane,drogas, mata.

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